
Teoria Bioquímica
É a mais aceite devido ao sucesso das medicações: as pessoas com esquizofrenia sofrem de um desiquilíbrio neuroquímico, portanto falhas na comunicação celular no grupo de neurónios envolvidos no comportamento, pensamento e sensibilidade/percepção.
Teoria do Fluxo Sanguíneo Cerebral
As pessoas com esquizofrenia parecem ter dificuldade na "coordenação" das actividades entre diferentes áreas cerebrais. Por exemplo, a pensar ou falar, a maioria das pessoas mostra aumento da actividade nos lobos frontais, juntamente com a diminuição da actividade das áreas não relacionadas a este foco, como a audição. Nos pacientes esquizofrénicos observamos anomalias dessas activações. Por exemplo, activação da área auditiva quando não há sons (possivelmente devido a alucinações auditivas), ausência de inibição da actividade de áreas fora do foco principal, ou seja, incapacidade de activar como a maioria das pessoas, certas áreas cerebrais.
Teoria Genética
Nas décadas passadas vários estudos feitos com familiares mostraram uma correlação linear e directa entre o grau de parentesco e as possibilidades de surgimento da esquizofrenia. Pessoas sem nenhum parente esquizofrénico têm 1% de possibilidade de virem a desenvolver a doença.
Com algum parente distante essa possibilidade aumenta para 3 a 5%. Com um pai ou mãe aumenta para 10 a 15% , enquanto que com um irmão esquizofrénico as possibilidades aumentam para aproximadamente 20%, quando o irmão possui o mesmo código genético (gémeo idêntico) as possibilidades de o outro irmão vir a ter esquizofrenia são de 50 a 60%.
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